Vamos falar sobre 13 Reasons Why?

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Depois de todo o alvoroço na internet sobre a série, eu tive de assistí-la. A curiosidade foi grande demais. Parece que as pessoas se dividiram em dois grupos: os que elogiaram a série, e os que criticavam por ser um empurrão para o suicídio.

Não acredito que séries tenham que ensinar nada quando este não é o propósito destas, especialmente quando são baseadas em livros – afinal, eles não poderiam alterar nada para deixar mais “educativo” sem sair da história contada no livro. Quantos filmes de ação cheios de violência gratuita estão por aí e a gente não fala nada? Filmes em que o adultério não é criticado são mais do que comuns também. Então, por que 13 Reasons Why foi alvo de críticas? Creio que a série foi o alvo escolhido para ser criticado por tratar de um assunto que é considerado taboo: o suicídio. Apesar de não ser “educativa”, a série mostra uma história de bullying com cenas muito semelhantes às da vida real – e, assim como na vida real, nem sempre as histórias fictícias têm um final feliz. Aliás, se tivesse um final feliz, talvez não tivesse chamado tanta atenção, e talvez não estívessemos pensando tanto no assunto, concorda?

Apesar de defender a série, uma coisa é fato: não é uma série que deve ser vista por todos, assim como muitos livros por aí não devem ser lidos por crianças, por exemplo. Por que eu acho que a série não deve ser vista por todos? Eis alguns pontos:

A série idealiza o suicídio, já que Hannah Baker acaba, de certa forma, se vingando das pessoas que a maltrataram no passado. Considerando que vingança é um dos grandes fatores em muitos suicídios de adolescentes (aproximadamente um quinto deles), a série pode sim ser um empurrão para o ato. A verdade é que Hannah nunca viu o resultado de suas fitas. No entanto, Hannah está tão presente na série, que é como se ela soubesse o que está acontecendo, o que não aconteceria na vida real.

Se fosse uma série educativa, ela teria falhado: A série ensina tudo o que fazer de errado para alguém, mas não mostra como ajudar. Hannah deveria ter recebido a ajuda que precisava e deveria ter sido escutada.

Apesar de esses pontos “negativos”, a série é muito boa. Como eu disse antes, 13 Reasons Why não tem nenhum compromisso em ser educativa e não deve ser vista por pessoas fragilizadas, mas com toda certeza pode ser uma ótima forma de conversar com o seu filho sobre o assunto.

Agora, alguns pontos que a série toca muito bem é o cyberbullying e a minimização da agressão, o que acontece muito no mundo real – muitas vezes encorajamos vítimas de estupro a ‘relevarem’ a agressão, como se não fosse nada – é uma triste verdade que está enraizada na nossa cultura e que temos que mudar. Além disso, como eu disse antes, por a série não salvar Hannah, acaba-se mostrando a triste realidade de muitos jovens que sofrem bullying, e que devemos prestar mais atenção aos nossos amigos/filhos/parentes e ajudá-los caso estejam sofrendo de depressão. Assim como nos revoltamos com o final (ou o começo) da série, devemos nos revoltar com atos de bullying e abuso, e ajudar quem precisa, na vida real.

Se você possui pensamentos suicidas, saiba que existe ajuda.

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Dicas para um relacionamento duradouro:

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Um relacionamento amoroso para a vida toda é algo que muitos querem porém nem todos conseguem. Considerando que a taxa de divórcio entre casais é grande, é importante ser ativo na construção e na manutenção de um bom relacionamento, por mais que você se considere um expert. Veja essas dicas:

Demonstre seu amor:
Não é porque vocês estão com alianças que a hora de encantar seu parceiro terminou. Se dedique: seja aberto sobre seus sentimentos, expresse emoções positivas, elogie, dê garantia de amor (isto é, reenforce verbalmente) e divida as tarefas que surgem com o casamento.
A dedicação e o comprometimento de uma união devem ser demonstrados diáriamente. Case-se todos os dias. Manter a atração ao seu parceiro é uma decisão, não mágica ou apenas química. Namore e mostre seu amor todos os dias.

Dedicação e comunicação diária:
Por mais que o estresse do dia-a-dia te deixe desanimado e tudo que você queira fazer ao chegar em casa é “desligar” a cabeça e usar o computador, preste atenção em seu parceiro e se comunique com ele. Deixar de prestar atenção no seu parceiro para usar o celular ou o computador é uma queixa constante, crescente e válida. Quando você faz isso, você comunica de forma não-verbal que o seu parceiro não é importante. Deixe seus aparelhos de lado, e aproveite mais tempo com seu amor.

Brinque:
Claro, com contas a pagar às vezes fica difícil não ser sério. Ser adulto não é fácil. No entanto, para manter um relacionamento, é importante ter um tempo de diversão como casal, seja lá qual for o seu estilo – trilhas, esportes radicais, videogames, arte, dança etc.
Quando houver conflito, converse:

Quando se está em um relacionamento estável, é importante ser honesto e discutir os problemas. Geralmente, quando tentamos ignorar algo, este tende a voltar, e geralmente criando uma bola de neve, cada vez maior. Discuta os problemas antes que eles fiquem maiores. Lembrando: Discutir não é brigar. Converse com calma, e ache uma solução.

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Truques rápidos para diminuir o estresse

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Todos sabemos nos estressar. Estudo, trabalho, relacionamentos, economia… Todos esses tópicos são possíveis grandes causadores de estresse. Quem vive se estressa uma hora ou outra, isso é fato. Mas você sabe se desestressar? Como esses momentos são intensos, é difícil ser racional e se convencer a se acalmar via um diálogo interno – o estresse vem rápido e, biologicamente falando, ele foi criado para a sua sobrevivência. Portanto, a ciência trouxe maneiras rápidas para você sair do modo “bater ou correr” e voltar ao normal:

Aprenda a identificar os sinais:
Quando você se estressa, sua amígdala prepara seu corpo para o “bater ou correr”, por mais que, no mundo atual, isso raramete seja necessário. Isso acontece porque muito antigamente, milhares de anos atrás, isso era de fato útil, já que os perigos eram mais físicos do que psicológicos. Quando você entra nesse estado de “bater ou correr”, seu coração se acelera, sua respiração fica mais superficial e seus músculos se tensionam. Todos esses sinais acontecem rapidamente e são causados por um aumento de adrenalina e cortisol no corpo. Identificar os primeiros sinais de estresse é importante, pois quanto mais cedo você começar a trabalhar contra eles, melhor.

Respire:
Respiração rítmica ativa o nervo vago, que faz parte do sistema nervoso parassimpático e liga o cérebro a várias partes do corpo como pulmões, coração, estômago e outros órgãos. O sistema parassimpático, quando ativado, acalma o estado de “bater ou correr”. Se você está se vendo em um momento de estresse, faça a seguinte respiração:
Inspire lentamente por 5 segundos
Pause por 2 segundos
Expire por 6 segundos

Olhe para a natureza:
Parece “bobeira”, mas não é: Em um estudo feito com estudantes estressados por causa de uma prova, foi pedido para que metade deles olhasse para fotos de árvores ou cenas naturais, enquanto a outra metade olhou para imagens de áreas urbanas. Os estudantes que olharam para cenas naturais se acalmaram mais do que a outra metade. Logo, pare um pouco e aprecie a natureza, mesmo que seja por meio de imagens.

Descreva três coisas:
Quando você perceber que seu estresse está fora de controle, olhe ao seu redor e descreva três coisas que você esta vendo. Descrever objetos faz seu cérebro voltar ao presente e parar de ruminar.

Ajeite sua postura:
Ficar na postura correta é bom para o seu físico, aumenta sua confiança e diminui os níveis de hormônios que causam estresse. Em um estudo publicado pela Health Psychology descobriu-se, por meio de testes, que pessoas engajadas em tarefas estressantes sentadas com uma má postura possuíam níveis bem maiores de estresse e pensamentos negativos do que as sentadas corretamente. Por isso, ajeite a postura!

Abra e feche a mão direita algumas vezes:
Fechar seu punho direito fortemente ativa o lado esquerdo do seu cérebro, que é mais lógico e verbal do que o direito, que é mais emocional. Se você se vê com muita ansiedade ou medo, que são atividades do lado direito do seu cérebro, ativar seu lado racional pode lhe ajudar.

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